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“Este tipo de formações pode ajudar as empresas a melhorar”

16 fev 2016 Notícias

“Este tipo de formações pode ajudar as empresas a melhorar”

“Este tipo de formações pode ajudar as empresas a melhorar”

A Fibrenamics organizou, durante os dois primeiros fins-de-semana deste mês, o primeiro curso de formação avançada de 2016. Sob o tema “Têxteis Técnicos e Funcionais: tecnologias, inovações e oportunidades”, esta iniciativa decorreu no campus de Azurém da UMinho, em Guimarães e contou com 17 participantes.

Com o objetivo de que participantes obtivessem e/ou aprofundassem competências avançadas na área dos têxteis técnicos e funcionais, através da aquisição de conhecimento sobre fibras e estruturas têxteis funcionais, passando por técnicas de funcionalização, caracterização, estudo de casos práticos de aplicação real nas mais diversas áreas, culminando com a análise de tendências e oportunidades de mercado, o balanço do evento foi muito positivo. Segundo Bruno Pereira, responsável pela formação, este curso “foi ao encontro das nossas expetativas, tendo até superado em parte o que tínhamos previsto, visto esta ser a primeira ação do plano 2016 e estarmos a aguardar com expetativa pelo reflexo do novo design e implementação das novas metodologias na formação”.

A formação esteve dividida em três módulos, os dois primeiros com uma vertente mais técnico-científica foram lecionados por Andrea Zille, investigador da Universidade do Minho, e o último mais focado nas tendências e oportunidades de mercado ficou a cargo do Fernando Merino, Diretor de Inovação da ERT Têxtil Portugal SA.

Na ótica de Andrea Zille, “os formandos mostraram-se muito interessados e motivados. Fizeram muitas perguntas e, na parte laboratorial, tivemos conversas interessantes, tendo em conta que alguns formandos tinham uma vasta experiência em fibras convencionais.” Além disso, na perspetiva do investigador, este tipo de atividades é muito importante “para encurtar as históricas distâncias entre a universidade e a indústria. Claramente há interesse dos dois lados para encontrar um lugar-comum que pode providenciar as ferramentas para se poder colaborar em projetos conjuntos”.

Os participantes também não se mostraram indiferentes a esta formação. Para Mariana Pires, engenheira química, esta formação permitiu “alargar os meus conhecimentos na área das fibras funcionais. Além dos conhecimentos adquiridos, constatei que as pessoas tinham muita curiosidade em saber que empresas estavam presentes, como funcionavam as suas empresas, ou seja, foi também uma oportunidade das empresas estabelecerem algum contacto entre si. Este tipo de formações pode ajudar as empresas a melhorar e modificar os seus processos/produtos, principalmente na implementação de novos materiais e processos e em como proceder para tal”.

Continuando com uma estratégia onde, segundo Bruno Pereira, “se pretende relevar a simbiose entre o conhecimento as empresas e o mercado”, a inovação será tema fundamental na próxima formação da Fibrenamics, em que se pretende envolver temáticas como o desenvolvimento de produto, o design, a moda, e as áreas científicas dos materiais e ciências e tecnologias têxteis. “Design de produtos inovadores” será a temática desta formação que irá decorrer no próximo mês de março, em S. João da Madeira.

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